É seu o controle da velocidade que seguimos.
O reflexo embaçado das luzes da cidade ditam o ritmo do frio que percorre a espinha.
Lábios mordem a si mesmos na tentativa tola de esconder
A sede declarada de você.
Os olhos apertados encantam
O sorriso incontido liberta
A vontade, o cinto, o botão.
A boca invade os poros
O brilho do suor denuncia
O melhor ângulo presenteia
Visão privilegiada de suas vontades.Pulso, contração, arrepio
Concentro-me em obedecer ordens dos seus movimentos.
Busco ansiosa e intensamente
A recompensa só minha.
Adoça a boca
Irriga a alma.

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