Como me propus a falar disso, decidi compartilhar o cair de uma máscara.
Estou aqui pra falar de plenitude, de felicidade.
Quem me conhece há pouco tempo deve ver uma mulher livre, sem frescuras, sem exagerar no apego às pessoas e situações. Que consegue, quase sempre, cair e levantar como se nada tivesse acontecido.
E isso tem lá seu fundo de verdade.
Existe, porém, uma interpretação imediata de que sou do tipo de pessoa que não sofre de verdade, que não se envolve, que é pouco humana.
E é aí que existe um equívoco enorme! Quem me conhece há mais de 5 anos sabe disso.
Quem me conhece há pouco tempo deve ver uma mulher livre, sem frescuras, sem exagerar no apego às pessoas e situações. Que consegue, quase sempre, cair e levantar como se nada tivesse acontecido.
E isso tem lá seu fundo de verdade.
Existe, porém, uma interpretação imediata de que sou do tipo de pessoa que não sofre de verdade, que não se envolve, que é pouco humana.
E é aí que existe um equívoco enorme! Quem me conhece há mais de 5 anos sabe disso.
Nesse tempo não haviam tantas cicatrizes.
Nesse tempo havia mais ingenuidade em mim.
Assim sendo, a alegria da entrega a tudo que fazia estava sempre estampada no olhar, no sorriso, nos gestos.
Isso se perdeu, confesso.
Não a entrega ou a alegria, mas a transparência.
Com marcas profundas, aprendi a revelar cada vez menos minha personalidade açucarada.
Apesar de devidamente protegidas, a intensidade das emoções não mudaram.
Os sonhos ainda são quase infantis, o coração ainda não sabe viver nada pela metade, os valores não se perderam.
Isso se aplica ao trabalho, à família, à maternidade, aos amigos e às relações, claro.
É engraçado tirar o véu "tô nem aí" publicamente.
Engraçado porque quem me conhece de verdade vai ler isso e pensar "novidade..." e quem não conhece vai se perguntar "nossa, será?!".
Poisé... a Isis inquebrável, fria, com a capacidade natural de rir das próprias mazelas não passa de uma menina romântica que passa os dias lutando pra não perder suas mais profundas crenças.
"Quero uma estrada que provoque a superação respeitando meus limites, me respeitando. E, como recompensa, uma clareza indiscutível de que não havia outra direção possível para a felicidade."
Escrevi isso aqui há alguns dias e tenho cada vez mais certeza de que a direção que escolhemos tem o incrível poder de nos trazer - e levar embora - pessoas, oportunidades, momentos bons e ruins.
Cada passo é uma escolha.
E eu escolho, a partir de hoje, não carregar mais essa máscara comigo.
Não como é hoje, pois já não me serve.
Ela facilita as coisas, claro. Viver de cara limpa pro mundo é punk!
Mas eu sempre tive um trabalho enorme pra "me resguardar", nunca me foi natural...E sinto que já não preciso disso.
"O essencial é invisível aos olhos."
Estou finalmente pronta!
Algumas mudanças precisam ser drásticas.
Que assim seja!
Assim sendo, a alegria da entrega a tudo que fazia estava sempre estampada no olhar, no sorriso, nos gestos.
Isso se perdeu, confesso.
Não a entrega ou a alegria, mas a transparência.
Com marcas profundas, aprendi a revelar cada vez menos minha personalidade açucarada.
Apesar de devidamente protegidas, a intensidade das emoções não mudaram.
Os sonhos ainda são quase infantis, o coração ainda não sabe viver nada pela metade, os valores não se perderam.
Isso se aplica ao trabalho, à família, à maternidade, aos amigos e às relações, claro.
É engraçado tirar o véu "tô nem aí" publicamente.
Engraçado porque quem me conhece de verdade vai ler isso e pensar "novidade..." e quem não conhece vai se perguntar "nossa, será?!".
Poisé... a Isis inquebrável, fria, com a capacidade natural de rir das próprias mazelas não passa de uma menina romântica que passa os dias lutando pra não perder suas mais profundas crenças.
"Quero uma estrada que provoque a superação respeitando meus limites, me respeitando. E, como recompensa, uma clareza indiscutível de que não havia outra direção possível para a felicidade."
Escrevi isso aqui há alguns dias e tenho cada vez mais certeza de que a direção que escolhemos tem o incrível poder de nos trazer - e levar embora - pessoas, oportunidades, momentos bons e ruins.
Cada passo é uma escolha.
E eu escolho, a partir de hoje, não carregar mais essa máscara comigo.
Não como é hoje, pois já não me serve.
Ela facilita as coisas, claro. Viver de cara limpa pro mundo é punk!
Mas eu sempre tive um trabalho enorme pra "me resguardar", nunca me foi natural...E sinto que já não preciso disso.
"O essencial é invisível aos olhos."
Estou finalmente pronta!
Algumas mudanças precisam ser drásticas.
Que assim seja!
Mais uma vez então...
Muito prazer,
Isis Rocha. ;)
Muito prazer,
Isis Rocha. ;)
| 2008... Sorriso limpo, ainda sem a tal máscara. ;) |
Acho digno. Usar máscaras protege-nos de muitas coisas, inclusive as boas. É uma versão particular do muro que construímos quando nos machucamos emocional/afetivamente. Ainda mais no caso de uma mulher que sempre foi extrovertida, comunicativa e cheia de iniciativa pro que quis.
ResponderExcluirGosto de ver essa mulher evoluindo, dá-me orgulho e inspiração. Tamos aí pra isso, baby.
beijo grande
Diego Coutinho