Na longa trilha
Em busca do final
Feliz consciência
De ser de você
Por hoje somente
Carrega o segredo
Da crença criança
Do peito o lamento
Lamento que um dia
Fui sua, não minha
Logo esculpiu
O fim fulgaz
O fim fulgaz
Inquieta fissura
Ter-me só sua
Ter-me só sua
Poder do ego
Amor, ilusão.
Acalma seu pulso
Olha por inteiro
Não é posse
É medo
Pura tensão.
Que o rosto confesse
Um sorriso abstrato
Boa desculpa
Pro nosso fracasso
Esforça o cérebro
A pensar com o corpo
Assim meu silêncio
Torneia a alma.
Torneia a alma.
Um abraço tenro
Ao fim do tormento
De usar-lhe tão meu
De usar-lhe tão meu
E saber-me tão minha.

Um hábito passado? Novamente uma tendência antiga?
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